quarta-feira, 25 de setembro de 2013
POLÍTICA PARA NÃO SER IDIOTA - Mário Sérgio Cortella
Palestra promovida pelo SindProSBO (Sindicato dos Professores de Santa Bárbara d'Oeste), no dia 02/08/2012 cujo tema faz referência a um de seus livros: "Política para nao ser idiota"
Do latim idiota, originado do grego antigo ἴδιώτης (idhiótis) , "um cidadão privado, individual", derivado de (ídhios) , "privado". Usado depreciativamente na antiga Atenas para se referir a quem se apartasse da vida pública.
Do latim idiota, originado do grego antigo ἴδιώτης (idhiótis) , "um cidadão privado, individual", derivado de (ídhios) , "privado". Usado depreciativamente na antiga Atenas para se referir a quem se apartasse da vida pública.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Bob Fernandes / O Congresso Nacional tem medo de Bolsonaro
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) diz ter sido agredido pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Isso na visita da Comissão da Verdade ao Batalhão do 1º Exército, no Rio. Ali funcionou o DOI-CODI na ditadura; na prática, um centro de tortura.
-Ele me socou por baixo (em direção ao estômago), mas não atingiu em cheio - acusa o Senador Randolfe.
Bolsonaro ensaia um desmentido: "Houve troca de insultos e empurrões...eu empurrei ele por baixo", admite.
"Se dou um soco nele, eu o desmonto. Boto ele no chão para dormir 3 dias. (...)Eu o teria nocauteado."
O PSOL vai representar contra Bolsonaro por quebra do decoro parlamentar. De outras vezes, não deu em nada.
Bolsonaro defende a tortura. Por mais de uma vez ofendeu colegas, usou expressões racistas e homofóbicas. O Congresso parece ter medo de Bolsonaro.
Bolsonaro surge na cena pública em outubro de 1987, numa reportagem. Então a revista Veja revelou que ele e outro militar planejavam explodir bombas em quartéis do Rio de Janeiro, e na adutora do Rio Gandú.
A ação se daria na luta por melhores salários para os militares - daí nasce a base de votos do agora deputado. Bolsonaro foi processado. Ele negou tudo, foi absolvido pelo Tribunal Militar, mas havia cometido um erro.
A revista publicou um croqui, desenhado pelo próprio Bolsonaro, com a bomba que seria colocada na adutora.
Bolsonaro, como Marco Feliciano, ronda o fascismo. Feliciano, por esperteza, por cálculo eleitoral, joga com o tema religião. Bolsonaro, por conta do seu DNA, atiça o ódio ideológico.
Outro dia falamos aqui sobre o clima de ódio que se espalha no debate político. Ódio que, tendo como escoadouro e indutor as redes sociais, sepulta a razão. Não é a maioria, entre torcidas dos partidos, mas cada vez mais há um tom de recalque, de ressentimento, de rancor.
Renato Janine Ribeiro é professor-titular de Ética e Filosofia Política na USP. Em conversa com o jornalista José Roberto de Toledo, Renato Janine conclui:
-Essa polarização aniquila o debate político. Ninguém mais muda de idéia. As pessoas estão blindadas nas suas convicções. A corrupção tem hegemonia no debate político. Um acusa o outro de desonesto e isso dinamita as pontes. O clima de ódio prevalece.
Marco Antonio Carvalho Teixeira, da Getúlio Vargas, pesquisa democracia e participação social. Para o professor, o moralismo afasta as pessoas e "acirra paixões selvagens". Sobre essa polarização, ele diz: "É plebiscitária, contra ou a favor, sem ponderar".
Num ambiente como esse, gente como Bolsonaro avança. Distribuindo ofensas e agressões.
Por @Bob_Fernandes
Céditos:
Jornal da Gazeta - Youtube
-Ele me socou por baixo (em direção ao estômago), mas não atingiu em cheio - acusa o Senador Randolfe.
Bolsonaro ensaia um desmentido: "Houve troca de insultos e empurrões...eu empurrei ele por baixo", admite.
"Se dou um soco nele, eu o desmonto. Boto ele no chão para dormir 3 dias. (...)Eu o teria nocauteado."
O PSOL vai representar contra Bolsonaro por quebra do decoro parlamentar. De outras vezes, não deu em nada.
Bolsonaro defende a tortura. Por mais de uma vez ofendeu colegas, usou expressões racistas e homofóbicas. O Congresso parece ter medo de Bolsonaro.
Bolsonaro surge na cena pública em outubro de 1987, numa reportagem. Então a revista Veja revelou que ele e outro militar planejavam explodir bombas em quartéis do Rio de Janeiro, e na adutora do Rio Gandú.
A ação se daria na luta por melhores salários para os militares - daí nasce a base de votos do agora deputado. Bolsonaro foi processado. Ele negou tudo, foi absolvido pelo Tribunal Militar, mas havia cometido um erro.
A revista publicou um croqui, desenhado pelo próprio Bolsonaro, com a bomba que seria colocada na adutora.
Bolsonaro, como Marco Feliciano, ronda o fascismo. Feliciano, por esperteza, por cálculo eleitoral, joga com o tema religião. Bolsonaro, por conta do seu DNA, atiça o ódio ideológico.
Outro dia falamos aqui sobre o clima de ódio que se espalha no debate político. Ódio que, tendo como escoadouro e indutor as redes sociais, sepulta a razão. Não é a maioria, entre torcidas dos partidos, mas cada vez mais há um tom de recalque, de ressentimento, de rancor.
Renato Janine Ribeiro é professor-titular de Ética e Filosofia Política na USP. Em conversa com o jornalista José Roberto de Toledo, Renato Janine conclui:
-Essa polarização aniquila o debate político. Ninguém mais muda de idéia. As pessoas estão blindadas nas suas convicções. A corrupção tem hegemonia no debate político. Um acusa o outro de desonesto e isso dinamita as pontes. O clima de ódio prevalece.
Marco Antonio Carvalho Teixeira, da Getúlio Vargas, pesquisa democracia e participação social. Para o professor, o moralismo afasta as pessoas e "acirra paixões selvagens". Sobre essa polarização, ele diz: "É plebiscitária, contra ou a favor, sem ponderar".
Num ambiente como esse, gente como Bolsonaro avança. Distribuindo ofensas e agressões.
Por @Bob_Fernandes
Céditos:
Jornal da Gazeta - Youtube
domingo, 22 de setembro de 2013
Cronologia do Mensalão e a Mídia
Analise através das capas da Revista Veja o comportamento da mídia em relação ao suposto mensalão e descubra a verdade sobre os fatos. De 2002 até a cassação de Demóstenes Torres, uma complexa trama de interesses particulares transformou um réu sem provas em condenado pela mídia.
O Alto Preço do Materialismo
Valores materialistas e valores pró-sociais são como uma gangorra, quando os valores materialistas sobem, os valores pró-sociais tendem a baixar. Isso explica como as pessoas agem de maneira menos empática, generosa e cooperativa quando estão pensando em dinheiro.
sábado, 21 de setembro de 2013
Esse Homens Maravilhosos e Suas Máquinas Voadoras
Esse fílme é uma relíquia, de 1965.
Versão extraordinariamente hilária da Histórica corrida aérea Londres / Paris em 1910. Apresenta os maiores aviadores de todo o mundo. Eles se reúnem quando um editor jornalístico simples, mas muito rico, decide patrocinar uma corrida aérea através do Canal da Mancha, oferecendo o prêmio de 10 mil libras ao vencedor. As proezas das equipes americana, britânica, francesa, alemã, italiana e japonesa dão origem às mais ousadas e hilárias acrobacias aéreas já registradas em filmes.
Esses Homens Maravilhosos e Suas Máquinas Voadoras from possante on Vimeo.
Esses Homens Maravilhosos e Suas Máquinas Voadoras from possante on Vimeo.
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