sexta-feira, 13 de março de 2015

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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Caça às bruxas no séc. XXI - "Direita e Esquerda" e a estupidez política





Palavras do vlogueiro

Direitos Humanos são direitos positivados em ordenamento jurídico internacional, haja vista uma certa concordância geral de proteção do indivíduo que surge da preservação de si mesmo e de seus próximos na consciência social dos seres humanos. Por essa relativa consonância entendida por romanos (direito natural até em sociedades não civis, tribos), na antiguidade; por velhos teólogos (direito natural divino) e; por alguns descuidados até hoje; como algo que surge "a priori" na cabeça das pessoas, um "direito dado na natureza", quando hoje sabemos que é resultado "a posteriori" da formação social e serve a sua sobrevivência. 
Essa aparente concordância vem da percepção de que a abertura para assassinatos nem julgamento, torturas e algumas outras manifestações de agressão não devem ser permitidas para quem quer que seja, sob pena de tornar a população cada vez mais fria e receptiva à violência, sequer entendendo um assassinato como algo negativo.
Programas de direitos humanos, normalmente pleiteiam a transformação da sociedade com a tentativa (nem sempre feliz ou eficiente) de melhorar o convívio de todos os atores da sociedade. Estão se apoiando no fato de que partidos populistas vangloriam demais "o povo" para criar fantasmas de comunismo assassino do século XIX em toda e qualquer pessoa que em algum momento faça defesa de alguém que seja pobre. O antigo "fascista" para quem falava que empresas têm que ter liberdade para gerar emprego é o novo "comunista ditador" para pessoas que falam que não se pode simplesmente sair exterminando gente nas ruas. Não encerre um assunto sem conhecer as variáveis envolvidas, não se limite em "governo-empresa-povo", pois isso é uma simplificação grosseira. Há muito mais atores sociais do que isso e a simplificação nesse sentido normalmente é feita pra te articular para odiar uma facção. E SEMPRE que isso ocorreu derramou-se considerável sangue antes de pensar em melhorar.

"Para quem conhece e vivencia o Opus Dei, acima da pirotecnia fica a verdade: o Opus Dei é uma entidade da Igreja Católica, amada e aprovada por todos os papas que a conheceram, cuja única finalidade é procurar o ideal da vida e de serviço cristão no meio do mundo, mediante a santificação do trabalho profissional, da família e dos deveres cotidianos. O Opus Dei tem como membros e trabalha com pessoas de todas as classes sociais; o Opus Dei ama e defende a liberdade de seus fiéis em todas as questões que a igreja deixa à livre discussão dos católicos.
E, finalmente, no Opus Dei vive-se seriamente a fé católica que vê no papa o sucessor de Pedro, o vice-Cristo na terra e, como tal, um homem digno de ser amado e venerado, seja ele quem for. Assim foi com os papas que acompanharam o itinerário do Opus Dei até agora, e assim será com todos os que vierem depois."
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opin...

"Nesses 70 anos, o Opus Dei tem feito muito pela igreja e pela humanidade em todos os continentes. Hoje, em todo o mundo, os 80 mil fiéis do Opus Dei, com seus colaboradores e amigos, comemoram a efeméride. E eu não poderia deixar, como velho colaborador e amigo da Folha, de trazer por suas páginas meu depoimento pessoal sobre essa instituição, juntando os meus votos de que continue a realizar seu fecundo trabalho, para auxiliar a conformar um mundo melhor no futuro."
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opin...

Vídeo com alarmismos e maquinações para ligar plano de direitos humanos (que envolve dar direitos a homossexuais, o que nada atrai à Igreja Católica) num grande e macabro "plano comunista de ditadores":
Brasil na Nova Ordem Mundial Ives Gandra Martins PNDH3

domingo, 27 de abril de 2014

Debate: Luis Nassif e Paulo Henrique Amorim

Luis Nassif e Paulo Henrique Amorim debatem o jornalismo que se faz hoje no Brasil, na grande mídia e na internet. A mediação do encontro é de Pedro Alexandre Sanches. 

Gravado em 02/12/2013.





sábado, 29 de março de 2014

TST e o combate ao trabalho infantil no Brasil

Em todo o Brasil, são 3,5 milhões de crianças vítimas da exploração do trabalho infantil. A meta da Organização Internacional do Trabalho é que o problema tenha fim até 2020. Para contribuir com a erradicação do trabalho infantil, a Justiça do Trabalho criou a Comissão de Erradicação do Trabalho Infantil (CETI) e o Programa Nacional para Combate ao Trabalho Infantil. Participam das ações membros do judiciário de todo o país.












terça-feira, 4 de março de 2014

Sabe onde está a origem dos problemas da educação no Brasil? No ACORDO MEC-USAID que você talvez nunca tenha ouvido falar.

Entenda melhor.

>Os acordos MEC-USAID, são impostas por militares e tecnocratas em 1964, lei 5.540/68, porém só se tornou pública em Novembro de 1966. Estabelecidos entre o Ministério da Educação (MEC) e United States Agency for International Development (USAID) tinham como objetivo promover a reforma do ensino brasileiro.<

>Para a implantação do programa, o acordo impunha ao Brasil a contratação de assessoramento Norte-americano e a obrigatoriedade do ensino da Língua Inglesa desde a primeira série do primeiro grau. Os técnicos oriundos dos Estados Unidos criaram a reforma da educação pública que atingiu todos os níveis de ensino.
Segundo Márcio Moreira Alves, crítico do acordo, O MEC-USAID, na verdade tinha como proposta inicial privatizar as escolas públicas. Matérias como História tiverem sua carga horária reduzida para que estudantes da época não tivessem seus olhos abertos em relação à ditadura.<

>A implantação deste regime de ensino também retirou matérias consideradas obsoletas do currículo, tais como: Filosofia, Latim, Educação Política, cortou-se a carga horária de várias matérias como em História e outras.<

>Os líderes estudantis brasileiros discordavam da ingerência de um país estrangeiro nos assuntos educacionais de nosso país. Isto originou diversos movimentos reivindicatórios que foram reprimidos pela máquina ditatorial brasileira. Em função do movimento crescente, aliado a outras reivindicações, as organizações estudantis foram postas na clandestinidade.<

Leia em Wikipédia


>Concluindo então que a educação foi naquele momento se adequando a partir do contexto 
político, econômico e cultural vividos pelos sujeitos historicamente datados. Era a Guerra Fria, o 
Regime Militar e seu projeto desenvolvimentista colocado em prática por meio da educação oferecida 
as camadas populares. Assim, este projeto de escola e educação cumpriu em parte a reprodução dos 
valores do imperialismo norte-americano no Brasil. Historicamente datado por meio do Regime 
Militar. <

A USAID, O Regime Militar e a implantação das escolas polivalentes no Brasil

Acordo MEC-USAID: ações e reações (1966-1968)